segunda-feira, 14 de outubro de 2019

A ADMEP EM TRABALHOS


Graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo.
Até aqui nos ajudou o Senhor.

Estas imagens diz respeito a alguns dos nossos momentos em atividades na Casa do Senhor.

Culto de Missões
Curso de Capelania em nossa CIMADESO
Dia dos Pais
Escola Dominical
Consagração aos sábados, enfim, momentos na presença do Senhor com nossos irmãos
Felizes com Deus.

Pastora, Maria Valda
ADMEP


















































































Alegremos no Senhor... em todo o tempo

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

POR QUE A GENEALOGIA DE JESUS DESCRITA EM MATEUS É DIFERENTE DA DE LUCAS?






POR QUE A GENEALOGIA DE JESUS DESCRITA EM MATEUS É DIFERENTE DA DE LUCAS?


Em meus estudos da Bíblia percebi que existem duas genealogias diferentes de Jesus Cristo, uma descrita em Mateus e outra em Lucas. Para minha surpresa, as duas são bem diferentes, com diferenças significativas. Qual seria a explicação teológica para isso? Pode me ajudar a entender?

Caro leitor, a sua observação está correta. Existe mesmo duas genealogias de Cristo registradas nas sagradas escrituras e esses registros têm um objetivo muito importante. Vejamos o significado de cada uma delas.

A genealogia de Jesus Cristo em Mateus

(1) Quando analisamos a genealogia de Jesus Cristo descrita pelo evangelista Mateus no capítulo um, versos de 1 a 17, observamos claramente o foco na menção dos reis de Israel (Davi e Salomão) e dos reis do reino do Sul (Judá), também conhecidos como “casa de Davi”. Isso indica que o autor quis mostrar que por parte de José, marido de Maria, Jesus tinha descendência real, ou seja, Jesus correspondia as promessas proféticas de um Messias vindo da casa de Davi. Isso significa que através de José, pai “adotivo” de Jesus, essa descendência estava provada.

(2) Mas, claro, isso levantaria muitas objeções, pois, como sabemos, José não era pai de sangue de Jesus, mas o acolheu segundo as ordens de Deus, como filho. No entanto, os mais exigentes poderiam argumentar que um pai adotivo não conferia

a Jesus o que era necessário para que fosse realmente alguém que viesse de fato da descendência de Davi. Mas Deus deu uma resposta clara sobre isso!
A genealogia de Jesus Cristo em Lucas

(3) alguns afirmam que essa genealogia de Jesus Cristo registrada em Lucas 3:23-38 seria a genealogia de Maria, ou seja, uma genealogia de sangue. Se observarmos o verso 32 dessa genealogia, veremos que Davi aparece nela também, o que nos leva claramente a verificar a realidade da descendência real de Jesus Cristo também nessa genealogia: “Davi, filho de Jessé, Jessé, filho de Obede, Obede, filho de Boaz, este, filho de Salá, filho de Naassom…” (Lucas 3:32). Os nomes diferentes que aparecem na comparação das genealogias são um forte indício de que o argumento de que uma delas é de José e outra de Maria é bem possível.

(4) Mas existem também aqueles que afirmam que o verso 23 nos mostra que essa genealogia registrada por Lucas também seria de José: “Ora, tinha Jesus cerca de trinta anos ao começar o seu ministério. Era, como se cuidava, filho de José, filho de Eli…” (Lucas 3:23). Se isso for realmente a realidade, então, não teríamos uma genealogia de Maria, mas duas genealogias de José com focos diferentes, uma mostrando a sucessão ao trono e outra mostrando a parte biológica.

(5) De qualquer forma, temos claramente que a igreja primitiva identificava Jesus Cristo como sendo o Messias prometido que cumpriu todos os requisitos que o Antigo Testamento profetizou a respeito Dele. Veja, por exemplo, a menção de Paulo, que era um grande estudioso da Lei de Deus: “Lembra-te de Jesus Cristo, ressuscitado de entre os mortos, descendente de Davi, segundo o meu evangelho” (2 Timóteo 2:8). Por isso, ainda que essas genealogias de Mateus e Lucas possam causar alguma dúvida quanto à sua composição, se são as duas de José ou se uma é de José e outra de Maria, esse tipo de dúvida não existia na igreja primitiva, que a considerava suficiente para provar que Jesus era descendente de Davi.


Mais conhecimento da Bíblia em menos tempo?

Não sei se você é uma dessas pessoas que tem dificuldades de entender a Bíblia. Eu já fui e sofri muito! Mas não me dei por vencido, não me deixei ser derrotado pelos inimigos. E você, como anda sua leitura da Bíblia? Seu entendimento? Que tal melhorar nessa área da sua vida espiritual, aprendendo a entender assuntos da Bíblia de forma simples e rápida, ajudado por quem já superou as mesmas dificuldades que você enfrenta?


Mestre Antônio Gilberto



segunda-feira, 7 de outubro de 2019

PRINCÍPIOS BÍBLICOS PARA SE OBTER A VERDADEIRA PROSPERIDADE:


PRINCÍPIOS BÍBLICOS PARA SE OBTER A VERDADEIRA PROSPERIDADE: MORDOMIA
 Você e seu Dinheiro
Anderson de Alcântara


"Cada um exerça o dom que recebeu para servir os outros, administrando fielmente a graça de Deus em suas múltiplas formas" (1 Pedro 4:10)



O Mordomo da Casa Branca


Dando continuidade à série de artigos sobre os Princípios Bíblicos para se obter a verdadeira prosperidade (clique aqui para ler o primeiro texto), hoje falaremos sobre o princípio da MORDOMIA.
O termo mordomia deriva de uma profissão quase em desuso hoje em dia: a do mordomo. Aquele sujeito que hoje só se vê nos filmes, mas que cuida de tudo numa casa e garante que as coisas funcionem perfeitamente, tanto na presença como na ausência de seus patrões.
Mas, ao contrário do que se pensa, o princípio da mordomia é algo que não saiu de moda e todos nós devemos cultivar – como boa parte do que está contido nas Escrituras Sagradas – para sermos aprovados como bons servos do Senhor.
Além dos nossos dons espirituais, também devemos administrar e cuidar com amor de todos os bens materiais que nos foram confiados por Deus, seja uma simples roupa à nossa preciosa família, passando pelo carro e pela casa que moramos. Isso é um princípio para a vida.
O primeiro mordomo da história foi Adão – o primeiro homem: “Tomou, pois, o Senhor Deus o homem e o pôs no Jardim do Éden, para o cultivar e o guardar”. (Gênesis 2:15).
Repare duas coisas importantes neste texto:

1. Antes de Deus criar o homem Ele preparou a Terra para oferecer tudo o que o ser humano viria a precisar. Todos os minerais, vegetais e animais foram colocados à disposição do homem para serem usufruídos e administrados com sabedoria e fidelidade. Portanto, a responsabilidade de cuidarmos daquilo que nos foi dado (nosso planeta) é de todos;
2. O trabalho foi instituído por Deus antes da tentação e queda do homem. O trabalho não é um castigo divino. É muito comum ver pessoas fazendo falsas afirmações neste sentido. Isso indica uma falta de cuidado e atenção ao ler a Bíblia.
Deus é o criador e dono de tudo o que existe. Ele também nos deu a responsabilidade de administrarmos fielmente tudo o que Ele criou. O princípio da mordomia deve ser aplicado em todos os aspectos da nossa vida: no bom uso dos nossos dons e talentos; no cuidado com o corpo (que é Templo do Espírito Santo – não se esqueça disto); na gestão do nosso tempo; no cuidado com a alma e o espírito; no zelo e preservação dos bens materiais (públicos e privados); na preservação do meio ambiente (pois é criação de Deus); na boa administração do dinheiro; no cuidado com a família e amigos; na cooperação com o próximo; etc.
Cristo também nos ensinou que a mordomia é um cuidado temporário do que pertence a uma outra pessoa e que o verdadeiro dono exigirá uma prestação de contas da administração depois.
“E dizia também aos seus discípulos: Havia um certo homem rico, o qual tinha um mordomo; e este foi acusado perante ele de dissipar os seus bens. E ele, chamando-o, disse-lhe: Que é isso que ouço de ti? Presta contas da tua mordomia, porque já não poderás ser mais meu mordomo” (Lucas 16:1,2)
Temos exemplos bíblicos de uma boa mordomia sendo louvada e também de uma má mordomia sendo punida. Vemos isto nos exemplos que Jesus deu na Parábola das Dez Minas (ou dos Talentos, conforme o evangelista – Lucas ou Mateus):
“E aconteceu que, voltando-o, depois de ter tomado o reino, disse que lhe chamassem aqueles servos a quem tinha dado o dinheiro, para saber o que cada um tinha ganhado, negociando” (Lucas 19.15)
” E, muito tempo depois, veio o senhor daqueles servos e ajustou contas com eles” (Mateus 25:19)
Estas são duas ênfases encontradas em toda a Bíblia: ninguém pode fugir da prestação de contas, e que nada passará despercebido aos olhos de Deus:
“Disse o Senhor: Quem é, pois, o mordomo fiel e prudente, a quem o senhor confiará os seus conservos para dar-lhes o sustento a seu tempo? Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim. Verdadeiramente vos digo que lhe confiará todos os seus bens. Mas se aquele servo disser consigo mesmo: Meu senhor tarda em vir, e passar a espancar os criados e as criadas, a comer, a beber, e a embriagar-se, virá o senhor daquele servo em dia que não o espera, e em hora que não sabe, e castigá-lo-á, lançando lhe a sorte com os infiéis” (Lucas 12:42-46)
”E não há criatura que não seja manifesta na sua presença; pelo contrário, todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos daquele a quem temos de prestar contas” (Hebreus 4:13)
Isso posto, tenha sempre em mente que um MORDOMO FIEL:
1. Reconhece que Tudo Pertence a Deus
2. Submete-se à Autoridade
3. Busca Conselhos
4. Age com Absoluta Honestidade
5. Trabalha Diligentemente
6. Gasta com Sabedoria
7. Evita Dívidas
8. Economiza com Prudência
9. Contribui Generosamente
10. Não Cobiça, nem é ganancioso
11. Ensina os Filhos a lidar com o Dinheiro
12. Experimenta uma Vida de Contentamento
13. Estabelece um Estilo de Vida coerente com o Propósito de Deus para a sua Vida
14. Vive na Perspectiva da Eternidade
Tenha como meta viver estes princípios cada vez mais na sua vida, e experimente grandes mudanças que começarão a acontecer em seus relacionamentos, sua carreira, e seu ministério.
“Pois a quem tem, mais será dado, e terá em grande quantidade. Mas a quem não tem, até o que tem lhe será tirado” (Mateus 25:29)

Anderson de Alcântara é profissional do mercado financeiro há 30 anos, atua como consultor financeiro na 3468 Finance e é professor titular do Ministério Videira – Educação Financeira à luz da Bíblia.


10 CARACTERÍSTICAS DE UM FALSO PROFETA



O falso profeta propaga ensinos antagônicos as Escrituras


Um falso profeta é aquele que afirma falar em nome Deus, sem, contudo, representar a Deus ou mesmo pertencer a Ele. Além disso um falso profeta propaga ensinos antagônicos as Escrituras, tomando para si uma autoridade que não lhe pertence afirmando ser aquilo que Deus diz que Ele não é.
Jesus ao falar deles disse: “Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Assim, toda árvore boa produz bons frutos; porém a árvore má produz frutos maus. Uma árvore boa não pode dar maus frutos; nem uma árvore má dar frutos bons. Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.” (Mateus 7:15-20)
Já Paulo escreveu: “Rogo-vos, irmãos, que noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles. Porque os tais não servem a Cristo nosso Senhor, mas ao seu ventre; e com palavras suaves e lisonjas enganam os corações dos inocentes.” (Romanos 16:17-18)
Pedro disse: “Mas houve também entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá falsos mestres, os quais introduzirão encobertamente heresias destruidoras, negando até o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição.” (2 Pedro 2:1)
Isto posto, elenco 10 características de um falso profeta:
1. Um falso profeta relativiza as Escrituras. Para um falso profeta a Bíblia não é a Palavra de Deus. Para este as Escrituras são falíveis e não devem servir como plena referência para o cristão.
2. Um falso profeta fala mais em dinheiro do que em Cristo. Um falso profeta comercializa o evangelho e vende as bênçãos de Deus mediante ofertas extravagantes.
3. Um falso profeta considera sua palavra inquestionável colocando suas profecias e revelações em pé de igualdade com as Escrituras.
4. Um falso profeta anuncia, prega e proclama um Evangelho absolutamente antropocêntrico.
5. Um falso profeta interpreta as Escrituras segundo a ótica do seu “próprio umbigo” relativizando o absoluto e inventando doutrinas segundo os desejos de seu coração.
6. Um falso profeta prega o evangelho da confissão positiva, negando a possibilidade do sofrimento, e anunciando um cristianismo desprovido da cruz.
7. Um falso profeta sincretiza o evangelho miscigenando a fé, introduzindo doutrinas espúrias as verdades inquestionáveis da Bíblia.
8. Um falso profeta tem sede de poder, vive pelo poder e ama o poder.
9. Um falso profeta se considera melhor do que os outros e em virtude disso, distingue-se do rebanho criando e fabricando novos títulos eclesiásticos.
10. Um falso profeta fala de Cristo, entretanto o nega, prega sobre Cristo, mas não o conhece, fala em nome do Espírito Santo, sem, contudo, ter sido regenerado por ele.
Pense nisso!

Renato Vargens é pastor, conferencista, tendo já pregado o Evangelho em países da América do Sul, Norte, Caribe, África e Europa. É escritor, com 24 livros publicados em língua portuguesa e 1 em língua espanhola. É também colunista e articulista de revistas, jornais e diversos sites protestantes, editor do site renatovargens, pastor sênior da Igreja Cristã da Aliança em Niterói e membro do conselho da Coalizão pelo Evangelho (TGC).